Não era amor, era aditivo

Não era amor, era aditivo

Imagina que alguém rouba algo de você. Não algo de valor material, mas de grande valor afetivo. É irrecuperável, né? Então, a apropriação de identidades e afetos é isso.
Sai feijão, entra soja

Sai feijão, entra soja

Fomos a Belo Horizonte e ao Vale do Ribeira, no interior de São Paulo, mostrar por que nossa cultura alimentar está tão ameaçada. E por que preservá-la não é uma questão de saudosismo, mas de identidade.