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26.11.25 |
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, de Genebra, Suíça e Porto Alegre, Brasil
Em negociações coordenadas pela OMS, mundo avança em medidas que podem responsabilizar indústria do fumo por poluição, mas empaca no debate sobre vapes
A indústria do tabaco argumenta que Inglaterra e Nova Zelândia atingiram níveis exemplares de controle do tabaco ao liberar cigarros eletrônicos, mas países como Brasil, Índia e Uganda têm tido mais sucesso em combater epidemia de vício ao proibi-los
Brasil irá conectar agenda ambiental ao antitabagismo e reforçar oposição a cigarros eletrônicos em discussões de tratado internacional negociado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que terá conferência na Suíça dos dias 17 a 22 de novembro
Indústria do tabaco intensificou lobby junto ao governo federal, Congresso e imprensa em meio a debates sobre o imposto seletivo na reforma tributária e proibição de cigarros eletrônicos pela Anvisa
Maior exportador de tabaco do mundo, Brasil tem 138 mil famílias que vivem de cultivar a planta. Empresas acenam com emprego e renda, mas novos produtos exigem pouquíssimos fumicultores e podem derrubar demanda pela folha
Medida aplicada ao Rappi é a primeira que reconhece que as plataformas eletrônicas integram a cadeia de fornecimento de produtos proibidos nocivos à saúde
Especialista em economia do tabaco, Roberto Iglesias explica que contrabandistas paraguaios seguirão despejando cigarros eletrônicos no Brasil seja o produto legal ou não, e que combate ao mercado ilícito depende de diálogo do Itamaraty com o país vizinho
Após encontros sem ata, secretário do órgão foi à Anvisa sugerir a liberação de vapes como solução contra o contrabando; Receita promete melhorar a transparência interna e disse que audiências discutiram irregularidades fiscais ligadas a empresas de cigarro
Especialistas relatam que pais e usuários jovens negligenciam os riscos à saúde causados pelos cigarros eletrônicos; dados oficiais apontam que 290 mil pessoas entre 18 e 24 anos usam dispositivos